Gosto de histórias de sucesso, seja lá quais forem. O Morris Albert vendeu 160 MILHÕES de discos no mundo inteiro, em mais de 50 países, impulsionado por uma música de pouco mais de 3 minutos, que é uma das mais regravadas e tocadas nessa porra de globo azul chamada Terra. Isso é muito mais que o Roberto Carlos que chamam (eu não) de REI, não é? Eu acho fantásticas essas histórias. E mais incrível ainda foi eu saber só hoje, lendo a própria wikipedia ali, que a música foi oficialmente declarada como plágio:
“Em 22 de dezembro de 1988, a música “Feelings” foi oficialmente declarada pela Suprema Corte da California nos EUA como plágio da música de 1956 “Pour Toi” composta pelo frances Loulou Gasté para o cantor Line Renaud.”
As photoshop actions, ou no bom português ações para photoshop, são ótimas e você economiza muito tempo utilizando-as. Pode usar para tarefas simples como rotacionar, diminuir resolução, ou mesmo para processos mais complexos e com vários passos. Uma ação nada mais é que uma função pré-gravada sequencial de vários passos que você executa no software da Adobe para um determinado arquivo de imagem ou fotografia. Para um ou vários, pois há a possibilidade de trabalhar em lote, aplicando o efeito/ajuste em vários arquivos ao mesmo tempo, todos arquivos de imagem de uma determinada pasta, por exemplo. Com apenas um clique você edita milhares de fotos em segundos.
Mas se você é como eu que adora fotografias envelhecidas e precisa de opções mais profissionais, vai querer baixar todas essas mais de 80 ações para photoshop que irão agilizar seu trabalho, conseguindo resultados excelentes na arte de simular os efeitos de fotografias dos anos 60, anos 70, anos 80, ou muito mais anteriores do que isso. Efeitos de máquinas fotográficas lomo, e diversas outras actions que deixarão suas fotos com aspecto vintage estão selecionadas nesse post, vai lá:
Não são poucas as bandas, músicos, que são acusados de plagiar canções. Processos por esse motivo também não são raros, veja o caso muito conhecido do Rod Stewart que plagiou Jorge Ben:
Doobie Brothers X Rita Lee
Recentemente eu notei uma semelhança MUITO grande entre 2 músicas, de uma banda que eu gosto muito: Doobie Brothers – What A Fool Believes com a Lança Perfume da Rita Lee. A original dos Doobie Bros foi lançada em 1978 e ficou 5 semanas no topo da Billboard, o álbum vendeu 3 milhões de cópias só nos EUA. A da Rita Lee é de 1980, disco que vendeu 1 milhão e 270 mil cópias. A música pop brasileira é cheia desses casos, não importa o estilo musical, não importa a época.
Enfim, o post todo é na verdade uma chamada para esse tópico que achei num forum:
É um tópico grande, onde os usuários listam várias músicas muito semelhantes entre si. Algumas são inocentemente pura coincidência, outras são visivelmente plágios descarados.
A Propellerhead anunciou hoje o lançamento do Reason Soul School, um refill para o Reason. A biblioteca de samples, loops e presets explora os sons clássicos do soul e funk dos anos 60 e 70. Foram utilizados somente instrumentos e equipamentos vintage/analógicos para fazer as gravações. São arquivos .rex, drums, baixo, guitarras, metais, instrumentos multi-sampled e mais, tudo com o legítimo som dos 60’s e 70’s, o soul de Detroit, Memphis e Cincinnati das décadas passadas. Gravados por mestres do estilo. O download pode ser feito direto no site da Propellerhead, ao custo de 99 dólares. Visite o site oficial, tem todos os detalhes, incluindo demos e mais vídeos: propellerheads.se Assista o vídeo de apresentação:
Reason Soul School
With Reason Soul School, Propellerhead Software’s funk flavored ReFill, the soulful sound of the 60’s and 70’s is up for grabs. You won’t find grooves rarer than these.
Parece foda esse refill, licks de guitarra, metais, pianos, instrumentos multi-sampled pro NN-XT e Combinator. Tudo com a cara dos anos 70. E os samples one-shots de drums e etc. Mas: Usar loops prontos, sem nenhuma alteração e edição, não, por favor. Você não quer que seu som fique igual aquele do comercial daquela margarina, ou igual o de vários outros ao redor do mundo, que usarão os mesmos loops, certo?
Os anos 70 e 80 foram as décadas de ouro para o disco de vinil. Na era da música digital, do mp3, é raro alguém que tenha algum bolachão em casa, exceto quem ainda não se desfez de sua antiga coleção, não pôs à venda. E claro, alguns poucos djs e um povo que ainda consome vinil, sejam eles novos, ou adquiridos em sebos. Os LP’s viraram raridade, e até mesmo artigos de luxo, pois várias bandas lançam albuns atuais em vinil, com lindas capas estilizadas, e o preço é bem elevado. A propósito, as capas dos discos de vinil são um atrativo à parte. Muitas são verdadeiras obras de arte.
O Beatportal, extensão da loja Beatport, fez um extenso artigo sobre a disco music em 2009, representada por novos e não tão novos artistas que reproduzem a essência dos anos dourados da disco music dos anos 70 e 80 em suas produções.
O artigo ainda conta com entrevistas e músicas para escutar e selos que lançam esses sons, exemplificando a influência explícita do estilo nas tracks, que podem variar em suas denominações como cosmic disco, eurodisco, space disco, nu disco e etc. Vale a pena conferir! Clique aqui para ler o artigo, em inglês.
Esses trabalhos de design são de Alex Varanese. Fita cassete, componentes e circuitos eletrônicos de computador, edições e ilustrações gráficas de aspecto retrô e vintage, remetendo aos anos 70 e 80.
Foi no myspace que descobri há algumas semanas o som do Vega. Excelente, muitas influências dos anos 80, numa mistura de synthpop, sintetizadores característicos da época, disco house e filtros. E agora recentemente achei outro projeto – Neon Indian. Ambos são de um talentoso músico/produtor chamado Alan Palomo, de Austin, Texas.
Com apenas 21 anos, e sem ter vivido de fato a década oitentista , ele vem criando faixas de extrema qualidade e com identidade. Se no projeto Vega o som é limpo, cristalino, e muito mais orientado para as pistas, com levadas de música pop dos 80’s, no Neon Indian o som é psicodélico, atmosférico, sintetizadores analógicos distorcidos, lo-fi, como o som de uma fita cassete esquecida no fundo da gaveta, depois de 2 décadas! Lembra muito vários soft rock dos 70’s, início dos 80’s, que eu gosto muito.
Há alguns dias foi lançado o EP Psychic Chasms do Neon Indian, pelo Lefse Records.
VEGA – All Too Vivid
Neon Indian – Deadbeat Summer
Tem outra versão desse último vídeo, ambos não são oficiais. Esses trechos de filmes antigos, vintage, com cara de super-8 fecharam totalmente com o som, foi o que me chamou atenção também.
Recentemente o cara teve todo equipamento roubado, veja nesse post a lista dos EX-APAREIO de fazer música dele, setup de responsa.
ps: Antes de terminar o texto, fui na página do selo e li que já comparam o som do projeto Neon indian com Doobie Brothers, foi exatamente o que pensei! Aí a minha faixa preferida dessa clássica banda de soft rock, Antena 1 style:
The Doobie Brothers- What a Fool Believes (1)
The Doobie Brothers- What a Fool Believes (2)
A “nova música” de hoje ainda vem sendo muito influenciada pelas décadas passadas, como anos 70 e 80 – ainda bem.